O futuro acena para a singularidade humana e não para cópias uns dos outros. Em nosso cotidiano somos movidos por sentimentos como a raiva, o medo, a culpa, o orgulho e a mágoa. São emoções primárias que fazem parte da nossa condição humana. Reconhecê-las e compreendê-las, em nós, é a chave para o desenvolvimento de nossa individualidade e de nossa libertação.